sábado, 4 de junho de 2011

As manchetes de jornais desta Segunda-Feira

Diário de Natal: Greve na UFRN e URFESA
Tribuna do Norte: Anderson encobriu agiotagem com venda de imóvel na praia
Globo: Palocci fala, mas não revela clientes nem melhora crise
Folha: Dilma não sabe quem foram os meus clientes, diz Palocci
Estadão: Consultoria ‘não atuou junto a órgãos públicos’, diz Palocci
Correio: Aceleração do PIB força o aumento dos juros
Zero Hora: Palocci fala 19 dias depois

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Governo gastará R$ 20 bi ao ano com plano de combate à miséria

O ambicioso plano da presidente Dilma Rousseff para cumprir sua promessa de campanha de tirar 16,2 milhões de pessoas da miséria até 2014, deve consumir cerca de R$ 20 bilhões ao ano.
O Brasil sem Miséria foi lançado nesta quinta-feira, em Brasília. Meta de plano contra pobreza é atender mais 1,3 mi de jovens
A maior parte dos recursos virá de programas na área social que já estão em execução, como o Bolsa Família, que custa ao Executivo cerca de R$ 16 bilhões por ano, segundo a ministra Tereza Campello (Desenvolvimento Social).
Para este ano, no entanto, a presidente enviou ao Congresso uma proposta para suplementar o Orçamento em R$ 1,2 bilhão, que serão investidos nas ações do Brasil sem Miséria.
"Não podemos nos esquecer da crise mais permanente, mais desafiadora e mais angustiante, que é termos a pobreza crônica instalada no nosso Brasil", disse Dilma durante discurso.
O lançamento do plano também faz parte da agenda positiva do Palácio do Planalto para evitar que a delicada situação política do ministro Antonio Palocci (Casa Civil), paralise o governo.

Governo gastará R$ 20 bi ao ano com plano de combate à miséria

O ambicioso plano da presidente Dilma Rousseff para cumprir sua promessa de campanha de tirar 16,2 milhões de pessoas da miséria até 2014, deve consumir cerca de R$ 20 bilhões ao ano.
O Brasil sem Miséria foi lançado nesta quinta-feira, em Brasília. Meta de plano contra pobreza é atender mais 1,3 mi de jovens
A maior parte dos recursos virá de programas na área social que já estão em execução, como o Bolsa Família, que custa ao Executivo cerca de R$ 16 bilhões por ano, segundo a ministra Tereza Campello (Desenvolvimento Social).
Para este ano, no entanto, a presidente enviou ao Congresso uma proposta para suplementar o Orçamento em R$ 1,2 bilhão, que serão investidos nas ações do Brasil sem Miséria.
"Não podemos nos esquecer da crise mais permanente, mais desafiadora e mais angustiante, que é termos a pobreza crônica instalada no nosso Brasil", disse Dilma durante discurso.
O lançamento do plano também faz parte da agenda positiva do Palácio do Planalto para evitar que a delicada situação política do ministro Antonio Palocci (Casa Civil), paralise o governo.

Aprovada fim de cobrança de inscrição em vestibular para aluno de escola pública

Alunos que tenham cursado ensino médio em escola pública ou recebido bolsa integral em escola particular poderão ficar isentos da taxa de inscrição no vestibular de universidades federais. É o que prevê projeto aprovado nesta quinta-feira (2) pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
Para ter direito à isenção, o candidato deve ter renda familiar per capita igual a um salário mínimo e meio ou menor do que esse valor. A proposta foi aprovada em caráter conclusivo, ou seja, só segue para o plenário se houver recurso. Caso contrário, vai direto para apreciação do Senado.

Banco Mundial anuncia U$ 3,5 bi para combate à pobreza no NE; RN receberá U$ 350 mi

O Rio Grande do Norte que já tem assegurados U$ 350 milhões do Banco Mundial para o desenvolvimento de projetos no Estado e será beneficiado com mais recursos para infraestrutura e combate a pobreza. Embora os valores não tenham sido definidos, ficou acertado que será liberado novo financiamento. O anúncio foi feito pelo presidente do Banco, Roberto Zoellick, na reunião com os governadores do Nordeste, nesta sexta-feira, 03, no Palácio Campo da Princesa, em Recife.

Zoellick anunciou U$ 3,5 bilhões para os nove Estados do Nordeste, no ano fiscal que vai de junho a julho de 2012. Os investimentos que eram de meio bilhão sobem seis vezes. "O Nordeste é uma região que cresce, mas estamos cientes de que existe ainda muita pobreza e muito trabalho a ser feito", afirmou o presidente Roberto Zoellick, se comprometendo a mobilizar o setor privado para manter parcerias. Para isso, ele anunciou que irá ao BNDES e ao setor privado, incentivando PPP - Parcerias Público Privadas.

A governadora Rosalba Ciarlini apresentou como prioridade o Projeto Integrado de Desenvolvimento Sustentável. Segundo a governadora Rosalba Ciarlini, os desafios principais são os desequilíbrios nas diversas regiões do Estado, concentrados na economia do semiárido potiguar, e a baixa produtividade da agricultura familiar, causadora central da pobreza rural.

O projeto implementará um modelo de gestão para resultados. "O que o Estado quer é oferecer à população serviços públicos de qualidade e promover o desenvolvimento regional, econômico, social e humano, com investimentos nas áreas de saúde, educação e inclusão produtiva e social do RN", adiantou a governadora.

Na explanação sobre as potencialidades e as condições socioeconômicas, Rosalba disse que o RN quer continuar a parceria com o Banco, seja no avanço dos projetos financiados nas últimas quatro décadas - que ajudaram na convivência com o semiárido, no melhor manejo e racionalidade dos recursos hídricos e na redução da pobreza - ou na implementação de novas ações, como o projeto de desenvolvimento sustentável.

Como a missão do Banco Mundial é lutar contra a pobreza, a governadora disse ter ficado satisfeita com a receptividade ao projeto que visa melhorar a qualidade de vida do potiguar com novas escolas, estradas, energia e outras ações que possibilitem o desenvolvimento regional.

A reunião do presidente do Banco Mundial com os governadores do Nordeste foi a portas fechadas. Não compareceram ao encontro, apenas, os governadores da Bahia, Jacques Wagner, e do Maranhão, Roseane Sarney.

Com informações da Assecom/RN

Sangria da barragem Armando Ribeiro vem diminuindo diariamente

Desde o dia 20 de maio, quando alcançou uma lâmina de 1,04 metro, que a sangria da barragem Armando Ribeiro Gonçalves vem diminuindo diariamente.

Na terça-feira (31) a sangria era de 34 centímetros. Hoje, dia 3 de junho, por volta das seis da manhã, a lâmina já estava reduzida a 25 centímetros.

Assessores dos deputados custarão R$ 1,9 milhão/mês

Passa a ser de R$ 25,6 milhões o gasto anual da Assembleia Legislativa com os cargos comissionados dos 24 gabinetes dos deputados estaduais. A lei promulgada esta semana pelo presidente da Casa, Ricardo Motta (PMN), contempla cada gabinete com três novos auxiliares.  As despesas com assessores de cada deputado vai para R$ 82,2 mil mensais.
A Assembleia fica com 288 cargos nos 24 gabinetes, que exigem dos cofres públicos um custo mensal de R$ 1,9 milhão. O presidente da Casa dispõe ainda do dobro de auxiliares dos demais colegas. De acordo com informações da própria AL, o aumento mensal nas despesas  com folha de pessoal (incluindo-se ativos, inativos, pensionistas e comissionados) é de R$ 700 mil/mês.
Um deputado estadual conta agora com 12 auxiliares, distribuídos da seguinte forma: agente administrativo parlamentar (salário de R$ 3.656,7); assessor chefe de gabinete (R$ 13.326,16); assessor técnico de gabinete (R$ 8.918,70); assessor especial parlamentar (R$ 8.918,70); assessor técnico parlamentar  (R$ 8.918,70); assessor político (R$ 6.636,16); auxiliar parlamentar (R$ 3.746,03); assistente técnico de comunicação (R$ 6.636,16); secretário de gabinete parlamentar  (R$ 6.923,75); motorista de gabinete parlamentar (salário de R$ 3.656,75); e técnico de processamento de dados parlamentar (R$ 4.304,17).

As manchetes dos jornais desta Sexta

Diário de Natal: Jane Alves havia pedido a prisão de Anderson

Tribuna do Norte: Advogado assassinado tinha dívidas e mudaria de escritório

Globo: Já sem apoio do PT, Palocci promete explicação pública

Folha: Não sou refém, diz Dilma; Palocci promete respostas

Estadão: Dilma pressiona e Palocci planeja dar explicações

Correio: Fim do incentivo fiscal ameaça economia do DF

Valor: Emprego reforça tendência de novos apertos nos juros

Zero Hora: Falta de investimento vai reprisar inverno de emergências lotadas

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Licença para Belo Monte é 'sustentável’, diz presidente do Ibama

O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Nacionais Renováveis (Ibama), Curt Trennepohl, afirmou na tarde desta quarta-feira (1º) que a licença de instalação concedida para o início da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, é "ambientalmente sustentável".
"Nós temos segurança para dizer que essa licença é tecnicamente, juridicamente e ambientalmente sustentável porque ela retrata exatamente o que é necessário em termos ambientais. A preocupação do Ibama é com impacto ambiental", disse o presidente da entidade, ao ser questionado sobre se as questões ambientais foram observadas pelo instituto.
A licença de instalação prevê que o consórcio vencedor da obra, a Norte Energia, tenha de cumprir 23 condicionantes, que se referem a ações socioambientais, como apresentar documentos e relatórios sobre a construção, capacitação de trabalhadores locais, controle de doenças e ações de saneamento na região.
Ao ser concedida a licença prévia para a usina há um ano, que possibilitou o leilão, o Ibama havia determinado 40 condicionantes. Curt Trennepohl informou que as 40 condicionantes necessárias para a oncessão da nova licença foram cumpridas.
"Se uma condicionante não está cumprida em um determinado ponto orientamos para que haja providências na correção do rumo e isso vai sendo superado. No que se refere a esse momento, concluído e elaborado o relatório do licenciamento, todas as 40 condicionantes estão cumpridas", afirmou o presidente do Ibama.
Impactos
o Ibama reconheceu que a usina trará impactos para a população local, mas afirmou que as medidas mitigatórias farão a compensação.
"É evidente que haverá impacto, mas as medidas mitigatórias fazem com que os impactos sejam reduzidos. Para isso existem as medidas. o governo federal investirá R$ 500 milhões no Plano de Desenvolvimento Sustentável do Xingu. A Norte Energia mais R$ 3 bilhões em medidas socioambientais. Se por um lado há perda ambiental, por outro há ganho socioambiental."
Bacia do Xingu
A possibilidade de seca na Volta Grande do rio é uma das principais críticas da comunidade indígena local, biólogos e ambientalistas. Eles alegam que, com a construção de canais, água será desviada e a navegabilidade e a pesca serão prejudicadas.
Ao ser questionado sobre o tema, Adriano Queiroz, coordenador geral de licenciamento do Ibama, admitiu que haverá impactos na Volta Grande, mas disse que o trecho não secará. "Na verdade, o barramento não vai interferir na questão do período de seca. O barramento não vai alterar o que ocorre naturalmente. Com a barragem, o período de seca vai ser prolongado. Vai aumentar cerca de dois, três meses. Durante a seca, a população va ter navegação, mas vai estar dificultada."

Ministério Público

O procurador da República Felício Ponte, do Ministério Público Federal no Pará, autor de diversas ações na Justiça contra a usina, afirmou que vai estudar os documentos antes de decidir se entrará com novas ações contra a hidrelétrica.
A usina tem sido alvo de batalha jurídica desde o início do processo de licenciamento. O leilão chegou a ser suspenso pela Justiça, mas acabou sendo realizado. A licença parcial de instalação, para o início do canteiro da obra, também foi suspensa por liminar, mas a Advocacia Geral da União (AGU) conseguiu reverter a decisão.
"Estamos estudando os documentos que embasaram a licença, especialmente o relato sobre as condicionantes indígenas. Algumas exigem a desintrusão de terras indígenas e não nos consta ter acontecido. Após o estudo desses documentos é que anunciaremos as medidas vamos tomar", afirmou o procurador ao G1.
No começo de maio, o MPF-PA havia recomendado ao Ibama que não concedesse a nova licença antes que fossem cumpridas todas as 40 condicionantes previstas na licença de instalação.

Reportagem do G1 de abril mostrou que um ano após o leilão que definiu o consórcio Norte Energia como responsável pela construção da usina, quase 70% das obras de ampliação da infraestrutura previstas para redução dos impactos socioambientais na região da usina ainda não haviam começado, segundo dados do relatório de execução de obras do consórcio.
Obra polêmica
A hidrelétrica de Belo Monte é uma das maiores obras de infraestrutura previstas pelo governo federal e também um dos projetos que enfrenta maior resistência.
Enquanto o governo diz que a obra é necessária para garantir o abastecimento de energia elétrica nos próximos anos para o país, moradores locais, entidades e especialistas destacam que os riscos ambientais e sociais podem ser mais prejudiciais do que os benefícios econômicos da obra.
A hidrelétrica ocupará parte da área de cinco municípios do Pará: Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu. Altamira é a mais desenvolvida e tem a maior população dentre essas cidades, com 98 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os demais municípios têm entre 10 mil e 20 mil habitantes.
A região discute há mais de 30 anos a instalação da hidrelétrica no Rio Xingu, mas teve a certeza de que o início da obra se aproximava após a concessão em fevereiro do ano passado, pelo Ibama, da licença ambiental com as 40 condicionantes.
Belo Monte será a segunda maior usina do Brasil, atrás apenas da binacional Itaipu, e custará pelo menos R$ 19 bilhões, segundo o governo federal - há especulações de que a obra custe até R$ 30 bilhões. A usina está prevista para começar a operar em 2015.
Apesar de ter capacidade para gerar 11,2 mil MW de energia, Belo Monte não deve operar com essa potência. Segundo o governo, a potência máxima só pode ser obtida em tempo de cheia. Na seca, a geração pode ficar abaixo de mil MW. A energia média assegurada é de 4,5 mil MW. Para críticos da obra, o custo-benefício não compensa.

OPERAÇÃO DE APREENSÕES DE ANIMAIS NA RN-016

Uma operação para apreender animais está acontecendo durante todo dia de hoje 02/06/2011,na RN-016. Agentes do (NORE) estão realizando esse trabalho que foi iniciado em Assu e vai até a cidade de Porto do Mangue o Tenente Thiago Cesar está pessoalmente comandando a operação.

TABELA GERAL DO CAMPEONATO MUNICIPAL VERSÃO 2011 - CARNAUBAIS / RN

Ex-líderes mundiais afirmam que guerra contra drogas fracassou

Brasília - Um grupo formado por líderes políticos e empresariais de todo o mundo - entre eles, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (foto) - afirmou que a guerra global contra as drogas falhou em seu objetivo e defendeu a adoção de medidas como a criação de mercados regularizados para conter o crime organizado.
Para a comissão, os dependentes de drogas devem ser tratados como pacientes, buscando evitar a aplicação de penas como trabalhos forçados ou abusos físicos e psicológicos, que vão contra os direitos humanos.
Os 19 integrantes do grupo denominado Comissão Global de Políticas sobre Drogas divulgou ontem (1º)  um relatório com recomendações aos governos sobre como lidar com os problemas sociais decorrentes do consumo e da dependência de narcóticos no mundo.
"Se governos nacionais ou administrações locais acham que as políticas de descriminalização pouparão dinheiro e trarão melhores resultados sociais e de saúde para suas comunidades, ou que a criação de um mercado regularizado pode reduzir o poder do crime organizado e melhorar a segurança de seus cidadãos, então a comunidade internacional deve apoiar e facilitar tais políticas experimentais e aprender com a sua aplicação", diz o texto.
Para a comissão, é necessário "quebrar o tabu" em torno do consumo de drogas, buscando um debate amplo na sociedade e adotando políticas que reduzam o consumo, visando à saúde e à segurança tanto da população em geral quando dos consumidores de narcóticos.
Segundo o relatório, é necessário garantir tratamentos variados para os dependentes - inclusive com programas que preveem a administração controlada de narcóticos, como é o caso do Canadá e de alguns países europeus, onde usuários de heroína recebem doses da droga.
Além disso, o texto defende o acesso fácil a seringas, além de outras medidas que reduzam os danos aos viciados, evitando overdoses e a contaminação por doenças transmitidas pelo sangue, como a aids.
O relatório defende penas alternativas para os pequenos vendedores de drogas, diferenciando-os dos líderes das quadrilhas de narcotráfico. "A maioria das pessoas detidas pela venda de drogas em pequena escala não é formada de gângsters ou criminosos organizados", afirma o texto.
"São jovens explorados para fazer o trabalho arriscado da venda nas ruas, dependentes tentando conseguir dinheiro para seu próprio uso ou transportadores coagidos ou intimidados para levar drogas por meio de fronteiras".
Além disso, o grupo afirma que boa parte dos agricultores que cultivam as matérias-primas das drogas é formada por pequenos produtores que lutam para sustentar suas famílias. Dessa forma, puni-los como criminosos seria um erro. "Oportunidades alternativas de subsistência são investimentos melhores do que destruir a sua única maneira disponível de sobrevivência", acrescenta o relatório.
O documento cita ainda "óbvias anomalias" decorrentes do fato de que a avaliação corrente do risco e dos danos causados pelas drogas foi feita há 50 anos, quando havia, de acordo com o grupo, poucas evidências científicas para servir de base a essas decisões. Assim, para a comissão, as classificações do risco de drogas como a maconha e da folha de coca estão desatualizadas, devendo ser revistas pelas autoridades nacionais e pela Organização das Nações Unidas (ONU).
A Comissão Global de Políticas sobre Drogas tem como integrantes, além de Fernando Henrique Cardoso, os ex-presidentes da Colômbia, César Gaviria, e do México, Ernesto Zedillo, o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, o escritor peruano Mario Vargas Llosa e o empresário britânico Richard Branson, entre outros.
Fernando Henrique Cardoso diz, em uma declaração que consta do material de divulgação do relatório, que é necessário tratar a dependência das drogas como uma questão de saúde, reduzindo a demanda por meio de iniciativas educacionais comprovadas e regularizando o uso de produtos como a maconha, em vez de criminalizá-lo.
"Cinquenta anos depois da introdução da Convenção Única sobre Narcóticos da ONU e 40 anos depois que o presidente [Richard] Nixon lançou a guerra global do governo dos EUA contra as drogas, reformas fundamentais nas políticas nacionais e globais de controle das drogas são urgentemente necessárias", afirma.
Cardoso, que defende a descriminalização da maconha desde que saiu da Presidência, é o protagonista do documentário Quebrando o Tabu, que aborda a questão do combate às drogas em todo o mundo. O filme estreia amanhã (3).
Outro integrante da comissão, o empresário britânico e fundador do Grupo Virgin, Richard Branson, diz que é necessária uma nova abordagem, que tire o poder do crime organizado e que trate os dependentes como pacientes e não criminosos.
"A guerra contra as drogas falhou em reduzir o seu uso, mas lotou as nossas cadeias, custou milhões de dólares dos contribuintes, abasteceu o crime organizado e causou milhares de mortes", diz Branson.

Fonte: Agência Brasil

Mangue concentra maior parte do CO2 na Amazônia

Rio - Estudo inédito divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que as maiores concentrações de carbono no solo da Amazônia estão em áreas de mangue, hoje ameaçadas por mudanças em regras de preservação no Código Florestal aprovado na Câmara. Nesses locais, a concentração de carbono em até um metro de profundidade chega a 250 toneladas por hectare. A média para o solo da Amazônia é de 95 t/ha. O resultado surpreendeu técnicos do IBGE, que previam uma concentração maior de carbono em áreas cobertas por florestas densas. “Foi uma surpresa”, disse a geógrafa Rosangela Garrido. Para ela, o trabalho reforça a importância estratégica da conservação de manguezais e o seu papel fundamental para o equilíbrio climático.
Também foi verificada alta concentração de carbono em áreas de campinarana, vegetação típica da região do alto Rio Negro. Hoje, não há proteção legal para campinaranas. Os mangues, classificados como Áreas de Preservação Permanente (APPs), ficariam completamente desprotegidos, caso sejam mantidas as mudanças no Código Florestal. Durante a apresentação da publicação Geoestatísticas de Recursos Naturais da Amazônia Legal, o presidente do IBGE, Eduardo Nunes, disse que ela ocorria em “momento apropriado”.

Estima-se que em 2002, ano de referência do estudo, havia aproximadamente 48 bilhões de toneladas de carbono no solo e 45 bilhões de toneladas de carbono na vegetação remanescente da região. No caso específico dos mangues, que apresentam maior concentração de carbono, mas relativamente ocupam parcela pequena de área, o estoque era de 280 milhões de toneladas no solo. “Em média, o mundo emite 10 bilhões de toneladas de carbono oriundo de CO2 por ano”, diz engenheiro florestal André Almeida. Um dos principais méritos do estudo, diz ele, é a reconstituição dos estoques originais (pré-colonização) de recursos naturais da Amazônia. “O estoque de carbono que a gente teria originalmente na vegetação, de 51 bilhões de toneladas, equivaleria a cinco anos do que vem sendo emitido em todo o mundo”, acrescenta André. Até 2002, 6 bilhões de toneladas de carbono foram eliminadas desse estoque por desmatamentos.

No País, estima-se que 75% das emissões de CO2 sejam oriundas de mudanças no uso da terra. Segundo André, o modelo usado no estudo é compatível com os inventários de emissões de gases de efeito estufa do Brasil. “O estoque de carbono pode ser transformado em crédito de carbono. Muito dinheiro é negociado no mercado internacional. Fica uma questão. O que vale a pena? O que a gente tem em termos de créditos de carbono na Amazônia? É importante manter a floresta em pé”, diz Trento Natali Filho, outro técnico do IBGE.

Segundo a publicação, pelo menos 2,6 bilhões de árvores foram eliminadas do início do processo de ocupação da Amazônia por povos não indígenas até 2002. Em volume de madeira, são 4,7 bilhões de metros cúbicos. Quase metade dessa perda (1,2 bilhão de árvores) ocorreu no Estado do Pará. A área desmatada por ação do homem representa 15,3% da vegetação original do bioma. As perdas de árvores estão concentradas no Leste (Pará, Maranhão e Tocantins) e no sul (Mato Grosso e Rondônia).

A pecuária aparece como principal responsável pela alteração da cobertura original da terra, representando 51,7% da área desmatada. A vegetação secundária (que surge naturalmente após o abandono de áreas desmatadas) correspondia a 32,1%, e a agricultura, a 15,2%.

As manchetes dos jornais desta Quinta


Diário de Natal: Réu da operação higia é executado
Tribuna do Norte: Réu e delator da operação  higia é assassinado a tiros
Globo: Governo joga duro para tentar anular convocação de Palocci
Folha: Acuado na Câmara, Palocci é cobrado por Dilma e Lula
Estadão: PT contraria Lula e começa a brigar pela vaga de Palocci
Valor: Economia mundial desacelera
Correio: Congresso quer o mesmo salário do STF

quarta-feira, 1 de junho de 2011

BINGO BENEFICENTE DO E.E.C (Entroncamento Esporte Clube)

CAMPEONATO MUNICIPAL AMADOR DE FUTEBOL DE CAMPO VERSÃO 2011


Após anos sem campeonato municipal, enfim a atual administração municipal parou para pensar o quanto o futebol amador carnaubaense estava "jogado as traças" e tenta resgata-lo. O campeonato conta com a participação de 8 equipes que brigam pelo titulo, a abertura e rodada serão neste domingo dia 05 de Junho com dois (2) jogos.

Previdência estuda concessão de auxílio-doença sem perícia

O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, confirmou nesta terça feira(31) que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estuda uma forma de conceder o auxílio-doença sem a necessidade de perícia médica. A medida, que ainda não tem prazo para ser adotada, teria como objetivo agilizar o atendimento e melhorar o trabalho dos peritos.
“Já está sendo estudado e será apresentado um esboço do projeto que o INSS poderá adotar. Ele servirá para agilizar o atendimento, levando-se em conta que os peritos se envolvem muito nessa atividade e deixam de prestar outros serviços igualmente fundamentais”, disse o ministro à Agência Brasil, após reunião no Senado. Garibaldi não deu mais detalhes sobre a proposta.
Segundo o ministro, já há uma lista grande de doenças codificadas e que têm seu tratamento bastante conhecido, o que vai facilitar a implementação da medida. “Acredito que poderemos ter o consenso em torno disso”, disse Garibaldi acrescentando que o presidente do INSS está debatendo o assunto com vários setores.
O ministro ponderou que a medida terá penas mais rigorosas para punir eventuais fraudes. “Seria uma punição muito maior porque vamos fazer isso na mais absoluta confiança e por um critério de amostragem.”

Agência Brasil

Organização Mundial de Saúde anuncia que celular pode aumentar risco de câncer

A radiação de telefones celulares pode causar câncer, anunciou a OMS (Organização Mundial de Saúde) nesta terça-feira. A agência lista o uso do telefone móvel como "possivelmente cancerígeno", mesma categoria do chumbo, escapamento de motor de carro e clorofórmio. A informação foi publicada no site CNN Health.
Antes do anúncio de hoje, a OMS havia garantido aos consumidores que a radiação não tinha sido relacionada a nenhum efeito nocivo à saúde.
Uma equipe de 31 cientistas de 14 países, incluindo Estados Unidos, tomou a decisão depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares.
A equipe encontrou provas suficientes para classificar a exposição pessoal como "possivelmente cancerígena para os seres humanos."
Isto significa que não existem estudos suficientes a longo prazo para concluir se a radiação dos telefones celulares é segura, mas há dados suficientes que mostram uma possível conexão, e que os consumidores devem ser alertados.
O tipo de radiação que sai de um telefone celular é chamado de não ionizante. Não é como um raio-X, mas mais como um forno de micro-ondas de baixa potência.
"O que a radiação do celular faz, em termos mais simples, é semelhante ao que acontece aos alimentos no micro-ondas: cozinha o cérebro", disse Keith Black ao site da CNN, neurologista do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles.
A OMS classifica os fatores do ambiente em quatro grupos: cancerígenos --ou causadores de câncer-- para o homem; possivelmente cancerígeno para os seres humanos; não classificados quanto ao risco de câncer para o homem; e provavelmente não cancerígeno para os seres humanos.
O tabaco e o amianto estão na categoria "cancerígeno para os seres humanos". Chumbo, escapamento do carro e clorofórmio estão listados como "possivelmente cancerígeno para os seres humanos".
O anúncio foi feito do escritório da OMS em Lyon, na França, após o número crescente de pedidos de cautela sobre o risco potencial da radiação do celular.
A Agência Europeia do Ambiente pediu mais estudos, dizendo que os telefones celulares podem ser tão nocivos para a saúde pública quanto o tabaco, o amianto e a gasolina.
O líder de um instituto de pesquisa do câncer da Universidade de Pittsburgh enviou um memorando a todos os funcionários, pedindo a diminuição do uso do celular por causa de um possível risco de câncer.
A indústria de telefonia celular afirma que não há provas conclusivas de que a radiação dos aparelhos cause impacto sobre a saúde dos usuários.
O anúncio de hoje pode ser um divisor de águas para as normas de segurança. Os governos costumam usar a lista da Organização Mundial de classificação de risco cancerígeno como orientação para as recomendações de regulamentação ou ações.

Folha.com

Prefeito Luizinho perde o sono com a união da oposição em Carnaubais

Desde que o empresário Dinarte Diniz, do DEM, decidiu que vai transferir o seu domicílio eleitoral para o município com o objetivo de contribuir para o fortalecimento do grupo de oposição e começou a advogar união de todos os pré-candidatos a prefeito nas eleições de 2012 em torno de um único candidato com chance real de vitória, o prefeito de Carnaubais, Luizinho Cavalcante, do PSB, tem perdido o sono.
O democrata Dinarte Diniz tem confidenciado a amigos a sua firme disposição de lutar para viabilizar a sua candidatura a prefeito de Carnaubais nas eleições do próximo ano e como opção para unificar o grupo político de oposição que hoje conta com diversas candidaturas. No entanto, a fonte garante que Dinarte acredita na união de todos para derrotar o prefeito Luizinho.
Enquanto isso, o prefeito Luizinho trabalha de dia e de noite nos bastidores para dividir a oposição, criando factóides e boatos para tentar separar o grupo que faz oposição a seu governo e que atualmente anda unido. O prefeito sabe que a união da oposição, significa o insucesso dele para conquistar novamente o mandato.
Fonte: Blog do VT (http://www.blogdovt.com/)

RN: Governo do estado não dá esperança a servidores em greve

Se depender da situação financeira apresentada ontem pela equipe do governo e pelo consultor econômico Raul Veloso, convidado pela Assembleia Legislativa para falar sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, os servidores estaduais em greve não terão aceno positivo por parte do governo Rosalba Ciarlini (DEM). Durante a audiência pública, os secretários estaduais de Planejamento e Finanças, Obery Rodrigues, e do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, reiteraram a necessidade de manter a redução de gastos e descartaram o cumprimento dos Planos de Cargos e Salários, aprovados pela própria AL, conforme reivindicam os servidores em greve.
Diante dos dados da Secretaria do Tesouro Nacional, o consultor econômico Raul Velloso mostrou a realidade do estado, que atualmente vive no limite prudencial imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal. “Desde 2005, o RN gasta acima do limite prudencial, chegando em momentos a ultrapassar o limite total”, disse ele, estranhando porque nenhum dirigente foi responsabilizado por isso. “Como adotar medidas que levem a aumento de gastos, quando na verdade tem que se tomar medidas de contenção?” questiona, defendendo o entendimento entre governo e trabalhador para evitar o caos social.
“Precisamos economizar, mas também precisamos do servidor para um serviço de qualidade. O melhor caminho é o entendimento para trazer o menor custo possível para a sociedade. Se não houver contenção de gastos, não será possível sair dessa situação. O estado não pode destinar uma parcela muito elevada dos seus recursos apenas para um item. O ideal é que se destinem recursos para investimentos e outras finalidades e, ao mesmo tempo, se tenha uma força de trabalho bem remunerada. Para isso o estado tem que melhorar a gestão”, recomenda.
Avaliação
O secretário de Planejamento e Finanças, Obery Rodrigues, ao ser questonado sobre quando o estado poderá sair dos limites da LRF, disse que as despesas de pessoal e a receita corrente líquida serão decisivos para o estado deixar essa condição. Isso deverá ser analisado somente nos próximos quatro meses, com um novo relatório quadrimestral do período.
Getúlio: “plano eleitoreiro”
O líder do governo na Assembleia Legislativa, Getúlio Rêgo (DEM), apesar de assinalar que gostaria de deixar o passado e viver o presente pensando no futuro, disse que todas as leis de Planos de Cargos e Salários foram aprovadas com um dispositivo que concede o benefício e depois aplica um nó que impede a concessão, à medida em que o condiciona à Lei de Responsabilidade Fiscal. “Esse foi um benefício com um selo eleitoreiro, de forma enganosa, porque concedia e lá na frente praticamente retirava, ou seja, o Governo não tinha previsão orçamentária, hoje não tem orçamento e está acima do limite prudencial”.
Presentes na audiência, os representantes dos servidores contestaram a visão dos governantes dizendo que as imposições da Lei de Responsabilidade Fiscal apenas penalizam o trabalhador e que essa é uma desculpa para a falta de criatividade e de competência dos governos em cortar gastos e abrir novas possibilidades de investimentos. O representante do Sinpol, Djair Oliveira, disse que está pronto a sentar à mesa de negociação porque a situação de greve não interessa a ninguém.

PROFESSORES DO ESTADO DECIDEM CONTINUAR COM A GREVE

A greve continua. A decisão foi tomada em assembleia realizada hoje(31) pela manhã. A avaliação dos presentes é que a greve está forte e precisa ser intensificada, com a presença da categoria nas atividades organizadas pelo Sindicato.
O coordenador geral do Sinte-RN, José Teixeira, observa que a postura da governadora é um desrespeito a toda a sociedade que já está convencida da legitimidade das reivindicações da educação. “O que precisamos é que a categoria se mantenha firme e aumente mais ainda a sua presença nas atividades de greve”, defendeu Teixeira.
Já a coordenadora Fátima Cardoso lembrou que os recordes de arrecadação e a queda do limite prudencial jogaram por terra os argumentos do Governo para não atender as reivindicações do movimento. “O discurso da Governadora Rosalba se esgotou”, afirma Fátima, acrescentando que é hora de reforçar a luta.
A assembleia também deu atenção a questões específicas dos funcionários de escola. Ficou decidido que o SINTE-RN entrará com uma Ação Judicial representando os funcionários da educação, exigindo o pagamento do Plano de Carreira de acordo com a Lei.
A diretora de assuntos funcionais do Sindicato, Janeayre Souto, comemorou a decisão da assembleia: “não podemos ficar reféns da Lei de Responsabilidade Fiscal é preciso lutar de todas as formas para garantir os nossos direitos”, ressaltou.
A Assembleia também contou com a presença de lideranças estudantis. Em seu discurso o vice-presidente da UMES, Pedro Henrique, lembrou que a luta é de todos os que fazem a educação: “Esta é uma luta das duas classes, precisamos nos manter de mãos dadas”, afirmou.

SÃO JOÃO DE PENDÊNCIAS ESSE ANO O MELHOR DO VALE

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IBGE divulga dados sobre recursos naturais da Amazônia Legal

Rio de Janeiro - A publicação Geoestatísticas de Recursos Naturais da Amazônia Legal será divulgada hoje (1º), às 10h, no Rio, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O documento reúne informações sobre os recursos naturais da região, a vegetação, o relevo, os solos, as rochas e recursos minerais, traçando um panorama do patrimônio ambiental na área.
As estatísticas são geradas a partir do Banco de Dados e Informações Ambientais mantido pelo IBGE, que inclui desde informações do Projeto Radambrasil, das décadas de 70 e 80, até dados mais recentes, de 2002.
A Amazônia Legal ocupa 5.016.136,3 quilômetros quadrados (cerca de 59% do país). Nela vivem cerca de 24 milhões de pessoas, segundo o Censo 2010, distribuídas em 775 municípios nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, de Mato Grosso, do Pará, de Rondônia, Roraima, do Tocantins (98% da área do estado), Maranhão (79%) e de Goiás (0,8%). Além de conter 20% do bioma cerrado, a região abriga todo o bioma Amazônia, que corresponde a um terço das florestas tropicais úmidas do planeta, detém a mais elevada biodiversidade, o maior banco genético e um quinto da disponibilidade mundial de água potável.

Fonte: Agência Brasil

Dilma dá apoio, mas quer celeridade

Pisar no acelerador, foi com essa conclusão que o Governo Federal saiu do encontro promovido ontem em Brasília com governadores e prefeitos das cidades-sede da Copa de 2014. O ministro do Esporte, Orlando Silva apontou a necessidade de rápidos investimentos na área de transportes. Já a presidenta Dilma Rousseff classificou o encontro como proveitoso prometendo estudar as proposta formuladas pelas autoridades que participaram do evento, além de  reiterar os compromissos assumidos pelo seu governo com as sedes.
A governadora Rosalba Ciarlini afirmou que o Rio Grande do Norte não terá dificuldade para cumprir o cronograma de obras da Copa. Logo após o encontro com Dilma e demais governadores e prefeitos das cidades-sede. Embora o Governo Federal tenha definido que dezembro de 2011 será o limite para o início de todas as obras de mobilidade, Rosalba mostrou confiança. “Estou muito tranquila com relação a parte do Governo do RN. As licitações estão andando, projetos estão prontos e conseguiremos cumprir o cronograma tranquilamente”, acredita Rosalba.

A governadora confirmou ainda que no próximo dia 7 de junho acontecerá a abertura das propostas para a obra de construção dos dois túneis da avenida Prudente de Morais.

Durante a reunião, a presidente Dilma Rousseff citou cada uma das cidades sedes e as obras que serão feitas. Ao falar de Natal, a presidenta destacou a obra do aeroporto de São Gonçalo do Amarante e o investimento de R$ 16 milhões no Aeroporto Augusto Severo.

Os prefeitos cobram da  presidenta Dilma que ela edite uma legislação especial para permitir que os processos licitatórios não sejam obrigados a passar pelos trâmites burocráticos que acabam por atrasar essas obras. Eles querem ainda que haja modificação no sistema que controla os convênios e inabilita as cidades de obter financiamentos, muita vezes por pequenas pendências consideradas por eles insignificantes.

“Não é para passar por cima de nada. Só queremos um modelo que permita dar agilidade às obras que têm data marcada para serem concluídas”, disse a prefeita de Natal, Micarla de Sousa.

As duas maiores queixas dos prefeitos são os problemas que as cidades têm com mobilidade urbana e aeroportos.

Demétrio: obras iniciam em julho

O secretário da Secopa, Demétrio Torres, ainda não sabe quando a Secretaria da Juventude, Esporte e do Lazer (Sejel) irá desocupar o Machadão e repassar, de fato, o imóvel para que o governo possa entregá-lo a OAS, empresa que vai realizar o serviço de demolição do atual estádio e construir a Arena das Dunas. A previsão é que o processo de mudança para o ginásio Nélio Dias seja concluído esta semana e que o canteiro de obras comece a ser implantado no local nos próximos 5 ou 10 dias.

De Brasília, onde acompanha a governadora Rosalba Ciarlini num encontro que a presidenta Dilma Rousseff terá com todos prefeitos e governadores das cidades-sede da Copa de 2014 hoje às 15 horas, Demétrio Torres informou que “de forma efetiva, as obras no Machadão só devem ser iniciadas no começo de julho” e “que no momento, existem equipes na área apenas realizando alguns levantamentos topográficos, bem como algumas equipes realizando levamento daquilo que exite dentro da praça de esportes e que pode ser reaproveitado e realizando observações para definir a melhor forma de promover a demolição daquela estrutura”.

Em princípio, com a efetivação da mudança da Sejel, os planos são de iniciar a instalação do canteiro de obras a partir da próxima semana, isolando a área com tapumes metálicos, que já foram encomendados e devem estar chegando a Natal nos próximos dias.

O diretor-presidente da Arena das Dunas Concessão e Eventos, Charles Maia Galvão, empresa que tem contrato com o governo potiguar, afirmou em entrevista ao Portal 2014, que a demolição do estádio vai ocorrer de forma mista “com implosão do anel superior e mecânica no anel inferior”.

Segundo Charles Maia, as previsões pessimistas realizadas pela imprensa sobre os projetos da Copa não deverão se confirmar, principalmente em Natal. “Não há qualquer risco da entrega da obra ocorrer de forma intempestiva fora do prazo contratual (31/12/2013), exceto se o BNDES não conceder o financiamento nos termos definidos na Linha ProCopa no Edital. Esta hipótese, entretanto, é bastante remota”, ressaltou.

Concessão deve garantir aeroportos

Brasília (AE) - A Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República anunciou hoje que fará concessão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). O anúncio foi feito durante reunião no Planalto e que foi convocada pela presidente Dilma Rousseff para discutir com governadores e prefeitos das cidades que sediarão a Copa de 2014 o andamento das obras para o evento esportivo.

Por meio de nota, o Planalto informa que continuam os estudos para a concessão de mais dois aeroportos: Confins (MG) e Galeão (RJ). O modelo definido para as concessões, ainda segundo a nota, é o de Sociedades de Propriedade Específico (SPE), a serem constituídas por investidores privados, com participação de até 49% da Infraero.

A nota diz ainda que a SPE será uma empresa privada e ficará responsável por novas construções e pela gestão desses aeroportos. A nota acrescenta que, como acionista relevante das SPEs, a Infraero participará das principais decisões da companhia.

De acordo com a nota do Planalto, a metodologia e demais critérios do edital de concessão serão elaborados por empresas especializadas e devem estar prontos em dezembro deste ano. Enquanto isso, a Infraero continuará a implementar os investimentos previstos no seu planejamento estratégico, relativo aos demais aeroportos da rede.

As manchetes dos jornais desta Quarta

Diário de Natal: Sem dinheiro pra plano de cargos
Tribuna do Norte: Governo ultrapassa limite de gastos 7 vezes em dez anos
Globo: Governo não protegerá nem 30 dos 165 ameaçados de morte
Folha: Dilma privatiza Cumbica e mais dois aeroportos
Estadão: Dilma privatizará aeroportos e quer abrir capital da Infraero
Correio: Bonde da alegria para atender a deputados
Valor: Agrava-se conflito entre Casino e Pão de Açúcar
Estado de Minas: Cuide-se
Jornal do Commercio: Lei dificulta ação de ladrões
Zero Hora: Piratini avalia projeto do PT de Canoas para premiar professores