terça-feira, 8 de novembro de 2011

Um potiguar (de São Paulo) entre os melhores parlamentares de 2011

Em festa realizada ontem à noite, o site Congresso em Foco escolheu e premiou os melhores parlamentares do ano.

Entre os senadores, quem ficou em primeiro lugar foi o pedetista Cristovam Buarque - ex-governador do Distrito Federal.

Entre os deputados, Chico Alencar, do PSol fluminense, ganhou a parada.

Na lista dos mais votados aparece apenas um potiguar, o norte-rio-grandense Vicentinho. Ele nasceu em Campo Redondo, mas há anos mora em São Paulo e é deputado federal pelo PT paulista.

Índice de desenvolvimento cai no Rio Grande do Norte

A desacelaração da economia e a inexistência de políticas públicas para geração de emprego e renda formais atrasam o desenvolvimento em municípios do Rio Grande do Norte.  O Estado ficou na 17ª colocação no ranking nacional do índice de desenvolvimento calculado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).  Os dados se referem ao ano de 2009 e foram divulgados ontem. O chamado Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) foi criado para acompanhar a evolução dos municípios brasileiros e os resultados da gestão das prefeituras. A média brasileira do IFDM foi de 0,7603 pontos, 0,6% menor que a observada em 2008.

O índice mostra o desempenho das cidades nas áreas de Emprego e Renda, Educação e Saúde e varia numa escala de 0 (pior) a 1 (melhor) para classificar o desenvolvimento. Há quatro categorias de desenvolvimento: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1).

No Rio Grande do Norte houve um recuo de 6,7% em relação à pesquisa do ano anterior (2008), puxado pelo emprego e renda formais. De forma global, o Estado caiu da 14º posição no ranking nacional para a 17ª posição.  "Os municípios sofreram os impactos da crise financeira mundial, como também, ao contrário de estados como o Ceará, receberam menos investimentos do setor público para criação de emprego e renda", analisa o gerente de Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Guilherme Mercês.

Os números refletem ainda a queda registrada na construção civil, em decorrência da crise de 2008, segundo o professor do Departamento  de Economia e pesquisador da base de desenvolvimento regional da UFRN, William Pereira. "É uma situação mediana, mas que não aponta atraso, em relação a outros estados", avalia.

Os dois analistas são otimistas ao projetar o desempenho em relação ao mercado de trabalho formal e geração de renda para os próximos anos. "Em decorrência de projetos em curso com vistas a Copa do Mundo, projetos de mobilidade e do Aeroporto as análises referentes ao anos de 2010 e 2011 deverão apontar melhores taxas", afirma Pereira. No caso de Natal, numa escala de 0 a 1, o IFDM chegou a 0,8012.  Nos demais,  o desenvolvimento ficou entre regular e moderado.

No campo da educação, o índice potiguar avançou 1,7%, mas foi o pior desempenho do país. O motivo, segundo o gerente dos estudos econômicos da Firjan, é a falta de investimentos no setor. Os dados avaliam o ensino básico, nos níveis fundamental e médio em escolas da rede pública.  "Não podemos ter uma visão geral, porque os dados são quantitativos e levam em consideração o recuo no numero de matrículas. Não a qualidade do ensino", contrapõe o professor da UFRN. A melhora mais significativa no RN foi verificada no âmbito da saúde. "Mas é preciso investir mais, sobretudo para melhorar indices de mortalidade infantil e materna", afirma Mercês.

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Brasil defendeu crescimento e emprego para sair de crise

A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje que na Cúpula do G-20 Brasil defendeu o uso do crescimento econômico e do emprego para sair da crise financeira que afeta essencialmente às nações desenvolvidas.

  Nossa mensagem no G-20, integrado pelas principais economias do mundo, foi muito claro: a crise econômica mundial que está afetando principalmente aos países da Europa e Estados Unidos não pode ser resolvida com desemprego e muito menos com a redução dos direitos trabalhistas, afirmou a presidenta.

Em seu habitual programa de rádio das segundas-feiras Café com a presidenta, Rousseff comentou sua participação nessa reunião de cúpula, efetuada na quinta-feira e sextas-feiras passadas em Cannes, França.

Segundo a dirigente, além de defender uma saída para a crise baseada no crescimento e no emprego, no encontro houve um reconhecimento dos países membros do G-20 sobre a importância de uma rede de proteção para as populações extremamente pobres, como a existente no Brasil.

Rousseff sustentou que a questão do desemprego é extremamente preocupante, pois atinge a 200 milhões de pessoas no mundo e segundo a Organização Mundial do Trabalho, a grande maioria desses desocupados são jovens, o que constitui uma preocupação ainda maior.

Assim, destacou que tanto ela como seus homólogos da China, Alemanha, Austrália, Cingapura, Turquia, a Índia, Rússia e África do Sul concordaram na atual conjuntura não pode ser tratada com recessão, porque então o mundo entra em uma crise sem fim.

"O grande desafio para essa crise é o caminho para retomar o crescimento: o caminho do investimento, do consumo e da geração de empregos", apontou e agregou que todos concordaram na necessidade de ajudar, pois ninguém vontade com a adversa situação.

Indicou que até agora os países emergentes vêm sustentando o crescimento da economia mundial, ainda que eles reduziram um pouco seu crescimento, porque foram atingidos pelos efeitos indirectos da crise, mas assegurou- "quem sustenta o crescimento mundial naõ são esses países, somos nós".

Tremor no RN pode chegar a 3 graus na escala Richter

 Primeira aferição foi de 2 graus e passou a 2,7 graus na escala Richter. Laboratório sismológico da UFRN ainda analisa dados de 3 estações

O laboratório sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) informou, nesta segunda-feira (11), que a intensidade do tremor de terra registrado no sábado (9), no estado, foi maior do que os equipamentos apontaram inicialmente e teve epicentro em Taipu (RN), local diferente do que havia sido apontado pelas estações medidoras. Uma nova medição de técnicos potiguares indicou que o abalo atingiu magnitude de 2,7 graus, podendo chegar a até 3 graus na escala Richter.
A intensidade preliminar aferida pelo Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB) foi de 2 graus na escala Richter, com epicentro em João Câmara (RN).
A explicação é de Joaquim Ferreira, coordenador do laboratório sismológico da UFRN. Segundo ele, o tremor foi sentido em João Câmara, Poço Branco (RN), Taipu, Ceará-Mirim (RN) e em alguns bairros de Natal. "A nossa aferição inicial é a de que a magnitude do tremor tenha chegado a 3 graus na escala Richter. Estivemos na região onde ocorreu o abalo, neste domingo (10), e identificamos que o epicentro foi em outro ponto, em Taipu."
Ferreira disse que o abalo foi registrado por equipamentos das estações de Riachuelo (RN) e de Sobral (CE). "O tremor pode ser uma reativação da falha sismológica de Poço Branco. Ainda não sabemos se novos tremores poderão ocorrer na região, como os eventos registrados na região de Sobral nos anos de 2008 e 2009."
O coordenador afirmou que o último registro de tremores na região ocorreu em 1997. "Essas cidades atingidas ficam na borda da bacia potiguar, que é onde mais ocorre abalos no estado", disse Ferreira.
Os moradores da região sentiram o tremor de terra por volta das 16h (horário de Brasília) de sábado. "Não se trata de um abalo raso, foi profundo, pois as características relatadas pelos moradores indicam que o tremor foi sentido de maneira uniforme em vários pontos", afirmou o coordenador da UFRN.


Tremores em 2010
Este foi o segundo registro de tremor no prazo de uma semana no país. No sábado (2), os equipamentos do observatório registraram um tremor em Sobral (CE), que atingiu magnitude de 2,7 graus na escala Richter.

Casos mais recentes
Dois equipamentos do Serviço Geológico do Brasil (SGB) registraram dois abalos em Presidente Figueiredo (AM), em 30 de dezembro de 2009. Cada um dos tremores atingiu 2,4 e 3 graus na escala Richter.

DNOCS libera R$ 1,6 milhão para recuperar barragem Armando Ribeiro Gonçalves

O Rio Grande do Norte irá receber R$ 3,3 milhões para recuperação das barragens de Sabugi, Japi 2, Trairi, Santana e Jucurutu, segundo anúncio feito pelo diretor geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Elias Fernandes, e faz parte do projeto de recuperação de barragens em todo o Nordeste, que irá demandar R$ 11,6 milhões, já repassados pelo Ministério da Integração Nacional.
O maior investimento será na recuperação dos diques da barragem Armando Ribeiro Gonçalves, em Jucurutu, que irá demandar R$ 1,6 milhão. Elias Fernandes diz que há muito tempo o Dnocs não fazia um trabalho de recuperação e manutenção das barragens nordestinas.
No caso do Rio Grande do Norte, serão feitos reparos como recuperação de diques, substituição de bombas e limpeza de taludes. Em Jucurutu, as quatro bombas serão substituídas por outras duas vezes mais potentes, que irão impedir, por exemplo, que as águas invadam a cidade caso haja um episódio de chuva intensa como aconteceu em 2009. "Vamos recuperar os diques de proteção e fazer a limpeza dos taludes.
Com relação às bombas, serão R$ 600 mil só para substituí-las", detalha o diretor geral do Dnocs.

Com informações Blog do VT

Conselho de Turismo do Polo Costa Branca se reúne em Pendências na quarta-feira

PENDPendências sediará encontro do Polo Costa Branca na quarta-feira
 
Na próxima quarta-feira, 9, a partir de 9h, na Câmara Municipal de Pendências, no Vale do Açu, acontecerá mais uma reunião ordinária dos membros do Conselho de Turismo do Polo Costa Branca. O último encontro ocorreu no mês de setembro, na cidade de São Rafael. A confirmação da nova reunião foi dada pelo secretário municipal de Turismo de Pendências, José Hermógenes de Medeiros.
Da pauta (ainda em processo de elaboração) consta que o prefeito Ivan de Souza Padilha (PMDB) pretende colocar para discussão e deliberação dos conselheiros, o projeto de construção de um santuário de São João Batista, padroeiro dos católicos de Pendências. De acordo com o projeto, o santuário incluirá uma estátua do santo de aproximadamente 70 metros de altura.
O secretário José Hermógenes adiantou que o encontro de quarta-feira representará a 21ª reunião ordinária do Conselho de Turismo do Polo Costa Branca. A expectativa dele é que a programação possa contar com a participação de representantes dos 18 municípios que compreendem a área de jurisdição do Polo. 

Informações de Costa Branca News
 

Câmaras do RN vão ficar com 1.707 vereadores

Com a chegada da eleição municipal, que ocorrerá em outubro do próximo ano, as Câmaras de Vereadores do Rio Grande do Norte já se adequaram à Emenda Constitucional (EC) n.º 48, em vigor desde o ano passado, que permite ajustar o número de parlamentares ao de habitantes. A EC criada em 23 de setembro de 2009 vinculou o número de cadeiras no legislativo ao número de habitantes, estabelecendo 24 faixas de população, que vão de um mínimo de 9 vereadores para cidades de até 15 mil, a 55 para metrópoles com mais de 8 milhões de habitantes. No RN, 24 municípios já se enquadraram ao novo formato, incluindo a Câmara Municipal de Natal (CMN), a maior e mais cara do Estado. Dos 26 legislativos alcançados pela proposta, apenas os de Pau dos Ferros e São Miguel (esta última de acordo com a Confederação Nacional dos Municípios) optaram por não aderir às modificações. Os potiguares, que até então dispunham de 1.617 representantes nos legislativos municipais passam a contar a partir da próxima legislatura com 1.707.

Fonte: Tribuna do Norte

Preso custa 15 vezes mais que aluno ao cofres do RN

O contribuinte potiguar paga, por mês, R$ 3,5 mil para manter atrás das grades cada preso do sistema carcerário do Rio Grande do Norte. O valor é alto quando comparado com o que é gasto para manter, por igual período, um aluno dentro da sala de aula. Mensalmente, a Secretaria Estadual de Educação e da Cultura (Seec) gasta quinze vezes menos do que custa um detento. São apenas R$ 233,88 por aluno. A disparidade entre os valores gera revolta especialmente entre os educadores, que questionam a importância dada à pasta. A Seec não faz um acompanhamento mais aprofundado sobre quais os custos gerados por cada um dos 310 mil alunos. As informações estão disponíveis no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) e não descrevem, por exemplo, o custo per capita da merenda escolar. "Colocamos no sistema apenas o total das nossas receitas e despesas. O cálculo é gerado automaticamente, mas não sei como é feito", disse uma funcionária da secretaria que preferiu não revelar a identidade.

Por outro lado, a Coordenadoria de Administração Penitenciária (Coape), subordinada à Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (Sejuc), conhece quais as despesas que fazem o custo com cada um dos 5.765 detentos ser tão elevado. O coordenador da Coape, José Olímpio da Silva, cita quais são os principais gastos. "A alimentação é o que custa mais caro. Fornecemos a alimentação completa todos os dias. Além disso, somos responsáveis por tudo que se possa imaginar com relação aos presos. Desde um remédio para dor de cabeça até os cuidados antes e após uma cirurgia", diz.

Alimentação, salário dos funcionários, água, energia, manutenção dos prédios, viaturas e locação de veículos. Tudo isso entra na conta da Coape. O coordenador ironiza quando questionado sobre a desigualdade entre os valores gastos com presos e alunos. "A penitenciária é uma escola em tempo integral. Damos café, almoço e jantar".

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sábado, 5 de novembro de 2011

Remanejamento chega a R$ 795 milhões em 10 meses

Alvo dos principais embates na Assembleia Legislativa no período eleitoral de 2010, o remanejamento de recursos do  Orçamento Geral do Estado (OGE) volta à tona quase um ano após o início do Governo Rosalba Ciarlini (DEM). Um estudo do deputado estadual Fernando Mineiro (PT) aponta uma redistribuição dentro do OGE até agora de R$ 795,9 milhões, o que equivale a 8,38% de todo o orçamento. O relocamento de valores ocorre quando há necessidade de transferir recursos de uma rubrica para que outra mais necessitada possa recebê-los. Neste caso específico, conforme apontou o parlamentar petista, a administração estadual retirou verbas oriundas da anulação de despesas - R$ 531,3 milhões; do excesso de arrecadação até agora verificado - R$ 192,4 milhões; e do superávit do exercício financeiro de 2010 - R$ 72,1 milhões; e destinou-os a amplos setores, inclusive Poder Judiciário, Ministério Público e Assembleia Legislativa. Foram 177 operações de remanejamentos até o último dia 2 de novembro.

O deputado Fernando Mineiro afirmou ontem que é necessário observar dos aspectos nas ações de redistribuição orçamentária do Governo: o primeiro que se constitui em um cenário normal, mas que teria sido tratado de maneira errônea pelos aliados da então candidata Rosalba Ciarlini, em 2010, ao dificultarem o manejo de recursos do OGE pelo governo Iberê Ferreira (PSB). O segundo contemplaria um raciocínio direto sobre  o que vem assinalando a administração estadual - que aponta insolvência financeira - e o que revela o próprio orçamento.

"Embora o cenário visualizado esteja dentro da normalidade, o superavit mostra um saldo positivo do Governo passado e, além disso, o remanejamento por excesso de arrecadação revela também que há dinheiro em caixa", observou o petista. Os recursos reordenados no OGE 2011 foram retirados dos mais diversos setores e Secretarias e destinados a outras de variados fins. Mineiro lembra ainda que dentro dos 15% para livre remanejamento pelo Governo Rosalba Ciarlini não estão incluídas as transferências, por exemplo, para a folha de pessoal.

"Eu acho esse mecanismo plenamente possível, mas só lembro que está cada vez mais clara a forma politiqueira com que a Assembleia tratou a questão do orçamento no final do ano passado. Essa é a mais clara tradução de como o debate foi errôneo ano passado".  Com uma margem folgada a gestão do DEM não necessitou autorização dos deputados para modificar o OGE. Nos últimos anos o percentual estipulado pelos parlamentares tem sido de 5%, o atual Governo ganhou um crédito de 10% a mais.

Fonte: Tribuna do Norte

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Revista FORBES divulga lista das pessoas mais poderosas do mundo

O presidente americano, Barack Obama, recuperou em 2011 o primeiro lugar na lista das pessoas mais poderosas do mundo que até agora era de seu colega chinês Hu Jintao, segundo o ranking anual divulgado esta quarta-feira pela revista americana Forbes.
Atrás de Obama, situam-se em segundo e terceiro lugares, respectivamente, o premier russo, Vladimir Putin, e Hu Jintao, de acordo com este ranking anual da Forbes.
O fundador e presidente da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, de apenas 27 anos, situa-se entre os dez primeiros da lista (www.forbes.com/power), em nono lugar.
A chanceler alemã Angela Merkel, em quarto lugar, é a primeira mulher da lista.



O fundador e presidente da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, de apenas 27 anos, situa-se entre os dez primeiros da lista (www.forbes.com/power), em nono lugar.
A chanceler alemã Angela Merkel, em quarto lugar, é a primeira mulher da lista.
O fundador da Microsoft, Bill Gates, valorizado por sua ação à frente da fundação que leva seu nome e o de sua mulher, Melinda, subiu várias posições e agora está em quinto, após ocupar a décima colocação em 2010.
Entre os dez primeiros estão também o rei saudita Abdullah bin Abdulaziz al Saud (sexto) e o papa Bento XVI (sétimo).
Quatro fatores foram levados em conta no momento de eleger o seleto grupo de 70 pessoas: quanta gente tem poder, quais recursos financeiros controlam, se têm influência em mais de uma esfera e quão ativamente exercem seu poder para mudar o mundo.
Neste contexto, a Forbes explica que Bill Gates é um caso especial, pois “está mudando o mundo através das vacinas”.
Entre os que saíram da lista este ano estão o ex-diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn; o fundador do Wikileaks, Julian Assange; e a apresentadora da televisão e empresária americana Oprah Winfrey.
Em 2010, o presidente chinês Hu estava em primeiro lugar, seguido de Obama e Abdullah.

Grupo indiano quer construir porto em cidade do Vale do Assu.

Porto do Mangue - O investidor indiano Pramod Agarwal, da Zamin Ferrous, e os empresários José Fonseca e Jay Shah, da Susa Mineração, assinaram nesta segunda-feira (31), protocolo de intenções com a governadora Rosalba Ciarlini, para investir R$ 700 milhões na extração de ferro no município de Cruzeta e na construção de Porto em Porto do Mangue.
O estudo técnico realizado há quatro anos prevê que a costa do Rio Grande do Norte não tem profundidade para construir portos para receber grandes navios, com exceção da costa de Porto do Mangue, onde existe um canal (falha na crosta) que permite a aproximação de navios de médio porte. Seria nesta falha geológica que seria possível construir a estrutura portuária.
Nesta mesma proposta foi alimentada por algum tempo pela Mineradora Mhag, que se prepara para voltar a extrair ferro da Mina do Bonito, em Jucurutu, porém não prosperou. Agora, os investidores do grupo que já atua na extração de minério de ferro, na região Seridó, querem, em parceria com a SUSA Mineração, iniciar este processo nos próximos 3 anos.
O secretário Benito Gama, de Desenvolvimento Econômico, disse que a intenção do Estado inicialmente é apoiar a extração e exportação de minério de ferro, porém, pensando em longo prazo, o Governo do Estado prepara proposta para transformar o interior do Rio Grande do Norte numa grande área de beneficiamento de minério de ferro.
Explica o secretário Benito Gama que o benefício de calcário já está acontecendo e sendo ampliado com muita força na região de Mossoró e Baraúna. Para a governadora Rosalba Ciarlini, a assinatura do protocolo representa um importante passo para o avanço do setor mineral do Rio Grande do Norte, que tem estado parado nas últimas décadas.
"Tenho muita confiança nesse projeto porque é algo que já está sendo feito e já é realidade no Seridó com a geração de emprego e divisas para o nosso estado. É isso que garantirá o avanço do setor no Rio Grande do Norte e temos feito questão de contribuir para dar agilidade ao desenvolvimento das atividades econômicas", declarou a governadora.
Com perspectiva de exportação inicial de 1 milhão de toneladas/ano e atingindo de 3 a 5 milhões de toneladas/ano até 2014, o projeto já está em sua fase inicial, o que corresponde a R$ 200 milhões. Em setembro, foi exportado o primeiro carregamento de minério de ferro pelo Porto de Natal com destino à China. De acordo com Mr. Pramod Agarwal, até o final deste ano mais três navios com 35 mil toneladas de minério de ferro deverão ser exportados pelo Porto de Natal e no próximo ano deverão sair mensalmente três navios com a mesma capacidade.
"Nosso grupo já tem um trabalho sendo desenvolvido no Rio do Grande do Norte e estamos aqui porque nosso objetivo é ampliá-lo ainda mais", destacou Mr. Agarwal.
Durante a assinatura do protocolo de intenções, o secretário do Desenvolvimento Econômico, Benito Gama, apontou para os empresários as perspectivas de crescimento da atividade mineral no Rio Grande do Norte e falou da importância do investimento do grupo para a consolidação do minério de ferro como uma das principais fontes de riqueza do estado. O grupo Zamin Ferrous já atua no Brasil nos estados da Bahia e do Amapá.

Haddad quer evitar anulação de questões do Enem para todos os estudantes

O ministro da Educação, Fernando Haddad, deve ir hoje a Recife, em Pernambuco,  para recorrer da decisão da Justiça Federal que anulou 13 questões das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011. O objetivo de Haddad é evitar a anulação parcial do exame para todos os estudantes do país que se submeteram à prova  nos dias 22 e 23 de outubro.
Para o ministro, o ideal é que o exame seja aplicado apenas aos 639 alunos do Colégio Christus, de Fortaleza (Ceará), que tiveram acesso às questões. Segundo o governo, a anulação das 13 questões, de um total de 180 contidas no Enem, prejudicará a grande maioria dos estudantes que fizeram o exame.
O Ministério Público Federal no Ceará pediu à Justiça a anulação das questões depois da constatação de que alunos tiveram acesso antecipado a elas. O Enem vale 1.000 pontos, mas se as questões forem anuladas, o valor de cada item terá de ser reavaliado, segundo especialistas.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, deve ir hoje a Recife para recorrer da decisão da Justiça 

Os itens a que os alunos tiveram acesso estavam em apostila distribuída pela escola semanas antes da aplicação do Enem e vazaram da fase de pré-testes do exame, da qual a escola participou em outubro de 2010.
O pré-teste é feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC), para avaliar se as questões em análise são válidas e qual é o grau de dificuldade de cada uma. Os cadernos de questões do pré-teste deveriam ter sido devolvidos após a aplicação e incinerados pelo Inep.
O MEC confirmou que 13 questões que estavam na apostila distribuída pelo colégio cearense foram copiadas de dois dos 32 cadernos de pré-teste do Enem aplicado no ano passado a 91 alunos da escola.

Consumidor paga mais caro pela cesta básica em 10 de 17 capitais pesquisadas, indica Dieese

Os itens essenciais da mesa do brasileiro subiram de preço, em outubro, em dez das 17 capitais onde é feita a Pesquisa Nacional da Cesta Básica pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A maior elevação ocorreu em Porto Alegre com alta de 1,93%. O valor da cesta na capital gaúcha é o mais caro, R$ 277,34.
A segunda maior variação foi constatada em Curitiba (1,61%) com valor de R$ 245,97, seguida por Vitória com 0,95% e valor de R$ 251,98. Em sentido oposto houve queda no custo em todas as capitais nordestinas. Fora desta região a única que apresentou recuo foi São Paulo com valor de R$ 266,97 ou 0,08% menos do que em setembro.
A redução mais expressiva foi apurada em Natal (-2,63%) com o valor passando para R$ 200,55. Mas é a capital sergipana, Aracaju, que apresentou o valor mais baixo com R$ 182,68 e queda de 0,51% em comparação ao mês anterior. As demais localidades onde os produtos ficaram mais baratos são: João Pessoa (-0,79%) e valor de R$ 195,14; Recife (-1,12%) com a cesta a R$ 206,17; Salvador (-1,42%), R$ 205,12 e Fortaleza (-2,22%), R$ 198,68.
O salário mínimo ideal estimado pelo Dieese atingiu R$ 2.329,94 ante R$ 2.285,83, calculado em setembro, e corresponde a 4,27 vezes o mínimo em vigor (R$ 545,00). Para consumir a cesta básica, em média, o trabalhador teve de cumprir uma jornada de 94 horas e quatro minutos ante 93 horas e 58 minutos, em setembro.
No acumulado do ano até outubro, quatro das 17 capitais apresentaram variações negativas: Natal é a que teve a baixa mais significativa (-8,76%), seguido por Fortaleza (-3,39%); Goiânia (-0,48%) e Manaus (-0,19%). Entre as que tiveram aumento, Porto Alegre foi a que teve o maior avanço (9,9%), seguido por Florianópolis (9,60%) e Belo Horizonte (6,76%).
Nos últimos 12 meses, houve diminuição de preço em apenas duas das 17 capitais pesquisadas: Natal (-0,21%) e Salvador (-0,03%). Entre as elevações, destaque para Florianópolis (13,06%), Porto Alegre (12,19%) e Vitória (9,82%).
Dos itens que compõem a cesta básica, a carne é o que representa maior peso. Em outubro, ela ficou mais cara em 13 capitais e a maior variação foi registrada em Porto Alegre (3,42%), seguida por Salvador (2,73%); Florianópolis (2,21%) e Curitiba (2,01%). O mesmo produto teve redução de preço em Manaus (-0,20%); João Pessoa (-0,40%); Natal (-0,83%) e Rio de Janeiro (-1,09%). Mas, nos últimos 12 meses, o preço da carne aumentou em todas as 17 capitais com maior correção em Manaus (17,10%).
A queda na safra do trigo e os preços em alta no mercado internacional também deixaram o pão mais caro em 13 capitais, principalmente, em Natal (4,82%); Aracaju (4,49%) e Goiânia (4,32%). A menor oferta do café, igualmente, fez com que o produto ficasse mais caro em 13 capitais. Os consumidores de João Pessoa pagaram mais pelo grão (5,02%), seguido de Porto Alegre (4,76%) e Brasília e Curitiba, ambas com alta de 4,23%.
Sob o impacto da valorização do dólar e efeitos da crise de endividamento de países europeus, o óleo de soja ficou mais caro em 13 capitais com destaque para Vitória (0,34%) e Porto Alegre (4,29%).  Já o açúcar  teve recuo em 11 localidades na comparação mensal e alta em todas as pesquisadas, nos últimos 12 meses, puxada por Aracaju (29,23%).
Também comparado a outubro de 2010, o arroz barateou em 15 capitais e o feijão em todas as 17 pesquisadas.

Fonte: Agência Brasil

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Nações mais pobres são esperança para crise, diz relatório

Estudo que será apresentado na cúpula do G20 diz que reformas simples eliminariam parte do risco de investir nos países pobres.

Reformas simples eliminariam grande parte do risco de investir nos países pobres, liberando bilhões de dólares de dinheiro contido e fornecendo um impulso bem-vindo para a economia mundial, segundo um relatório que será apresentado na cúpula do G20 esta semana.

Tidjane Thiam, organizador do relatório, acredita que líderes mundiais aprovarão um plano para impulsionar o investimento em infraestrutura em países em desenvolvimento que inclui a reforma do Banco Mundial e seus pares regionais, mas não atinge os contribuintes.
"Precisamos de crescimento. Não vamos sair dessa apenas com a redução dos déficits", disse à Reuters antes de ir para a cúpula em Cannes.
"Em um momento era importante convencer todos de que precisávamos cortar déficits, e chegamos lá, mas agora todo mundo está pensando 'qual é a mensagem positiva disso e como é que vamos tirar as pessoas dessa situação pensando apenas em cortes e cortes?'"
Thiam afirmou que o Painel para o Investimento em Infraestrutura do G20, que ele preside, tem pelo menos parte da resposta.
As nações ricas podem não estar gerando muitas novas riquezas no momento, mas possuem trilhões de dólares de riqueza acumulada, estão ganhando poucos retornos e não estão fazendo muita coisa para promover uma recuperação econômica global.
"Não há rendimento neste mundo, nenhum rendimento em qualquer lugar, e não vai haver por um bom tempo", disse Thiam, em uma entrevista em seu escritório em Londres na semana passada.
Gastos em infraestrutura nos países mais pobres, no entanto, historicamente geram retornos. Eles também ajudam a liberar potencial de crescimento, aumentando ainda mais a rentabilidade e criando um ciclo virtuoso de investimentos.
Remover grande parte do elemento de risco é parte da receita para um relacionamento altamente rentável, mutuamente benéfico entre as economias mais e menos desenvolvidas do mundo, acreditam Thiam e seus colegas do painel.
O painel deve publicar seu relatório na cúpula do G20 esta semana.

Dia de Finados


Crisântemos e velas – símbolos do dia de finados

Assim como outras datas são importantes para nossas vidas, o dia 02 de novembro, mais conhecido como dia de finados, também tem sua relevância, pois foi criado em homenagem às pessoas falecidas.
A morte é o cessar definitivo da vida, seja ela humana, vegetal ou animal, que pode acontecer por diferentes motivos, como doenças, acidentes ou violência.
Segundo pesquisas do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o maior número de morte no Brasil é relacionado à mortalidade infantil. Porém, essa taxa teve consideráveis reduções no período entre 1991 e 2000, passando de 45,3 para 28,3, de cada mil crianças nascidas vivas.
Mas o Brasil ainda tem muito a melhorar, se comparado a outros países. Na Europa a taxa é de cinco mortes para mil crianças nascidas vivas, e nos Estados Unidos chega-se a sete.
O dia dos mortos é um dia de respeito, dedicado para que as famílias celebrem a vida eterna dos seus entes falecidos, tendo esperança de que tenham sido recebidos pelo reino de Deus.
As missas em memória às pessoas falecidas tiveram sua origem no século IV, mas foi no século seguinte que a igreja passou a consagrar um dia para essa celebração.
A escolha da data se deu em virtude do dia de todos os santos, primeiro de novembro, pois os religiosos acreditavam que todas as pessoas, ao morrerem, entram em estado de graça, mesmo não sendo canonizados.
A cultura de dedicar um dia para homenagear os mortos varia muito de localização ou religião, mas segue os princípios do catolicismo, pois a partir do século XI, os papas Silvestre II, João XVII e Leão IX passaram a exigir tal celebração.
No México, ao invés de melancolia, os mortos são homenageados com grandes festas. Isso faz com que o país receba visitas de turistas de todo mundo.
Existem alguns símbolos que são muito utilizados no dia dos mortos para homenageá-los. Os crisântemos representam o sol e a chuva, a vida e a morte e por serem flores mais resistentes são muito usadas nos velórios. As velas significam a luz do falecido, as coisas boas que eles deixaram para seus parentes vivos.
Muitas vezes, no dia de finados, o tempo fica nublado ou chuvoso. As crenças populares dizem que isso acontece porque as lágrimas das pessoas são derramadas dos céus.
Crendices populares dizem que não se deve levar terra de cemitério para dentro das casas, pois pode levar azar. Outros afirmam que comer a última bolacha de um pacote pode causar a morte da pessoa que comê-la.
No dia de finados, as pessoas enfeitam os túmulos com flores, acendem velas e muitas mandam rezar missas pelos parentes que perderam. É um dia muito triste, pois através das homenagens feitas, as pessoas voltam a sofrer a dor da perda, entristecendo-se e até chorando por saudade.
Esses sentimentos devem ser respeitados, pois não é fácil aprender a viver sentindo a falta de alguém que antes fazia parte de sua vida, que estava presente em tudo, que oferecia amor, dedicação e carinho. Com certeza, todas as pessoas sentem muito a ausência das pessoas que amam.

País tem o desafio de tirar 16 milhões da extrema pobreza, diz ministra do Desenvolvimento Social

O Brasil – reconhecido internacionalmente como exemplo de inclusão social – tem o desafio de tirar 16 milhões de pessoas da extrema pobreza nos próximos anos, disse hoje (1º) a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Segundo ela, o governo espera alcançar o objetivo por meio do Plano Brasil sem Miséria, possibilitando que essa parcela da população tenha acesso a oportunidades no mercado de trabalho para melhorar as condições de vida.
De acordo com Tereza Campello, o governo aposta na continuidade do crescimento econômico para eliminar a miséria no Brasil. A expansão da economia, acrescentou, traz mais empregos, novas oportunidades no mercado e riqueza para o país. O Plano Brasil sem Miséria prevê ações de transferência de renda e inclusão produtiva, assinalou a ministra, depois de participar, na capital paulista, do 16º Fórum de Debates Brasilianas.org.
A qualificação profissional é o caminho para que os trabalhadores aproveitem o cenário favorável, destaca Tereza Campello “O governo está ofertando à população extremamente pobre cursos nas áreas de serviços e construção civil e ajudando os pequenos empreendedores a melhorar seu negócio”. Os cursos começam neste final de 2011 e se estenderão pelos próximos três anos.
A ministra ressaltou que muitas pessoas dessa camada social estão em bolsões de pobreza, aos quais o Estado tem dificuldades de acesso. “Nosso esforço é chegar até essa população com equipes volantes, acompanhadas de profissionais da saúde. Na população isolada da floresta ou do meio rural, nosso objetivo é chegar com assistência técnica e sementes, garantindo a melhoria de sua produção”.
Também participante do 16º Fórum de Debates Brasilianas.org, o professor de Cambridge (Inglaterra) e consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Flavio Comim disse que o Plano Brasil sem Miséria tem o mérito de fazer com que o Estado seja o provedor dos direitos básicos da população. “Parece que é uma questão trivial, mas não é, porque quando falamos de comida, falamos de água, saúde e educação. Esse resgate da perspectiva do cidadão faz com que o Estado tenha uma ação mais ativa. A mudança de entendimento é o resgate da cidadania”.

Agência Brasil

Veja: Mossoró é a cidade do Brasil com maior crescimento de renda per capita dos últimos anos

 
Isso mostra que estamos no caminho certo: investindo em educação, infraestrutura, industrialização, saneamento básico; enfim, em todos os setores vitais para o crescimento de Mossoró”Fafá Rosado - PrefeitaDepois de relacionada entre as 20 metrópoles do futuro, Mossoró volta a ser destaque em uma matéria especial da revista Veja. Na edição nº 2241 - ano 44 - nº 44, de 02 de novembro de 2011, a Veja publica reportagem especial de 35 páginas "As campeãs de riqueza e bem-estar", com 106 cidades brasileiras acima de 200 mil habitantes, e entre elas está Mossoró, destacada como a cidade do Brasil que obteve o maior crescimento de renda per capita dos últimos 10 anos.
Para produzir a matéria, a Veja se baseou em estatísticas oficiais, coletadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). No quesito geração de renda, Mossoró saltou de R$ 205 para R$ 628,00.
De acordo com a Veja, as 106 cidades da reportagem têm à sua frente as perspectivas e os desafios comuns aos grandes centros. “E estão fazendo bonito”, escreve a revista, citando que muitas dessas cidades já podem festejar a universalização de serviços, como saúde, educação coleta de lixo e saneamento. Ainda segundo a revista "Em sua maioria as cidades que mais brilham escolheram a educação como caminho para alcançar o progresso".

Na reportagem, a Veja cita a indústria petrolífera como instrumento gerador de renda, mas reconhece o papel da prefeitura no crescimento da cidade. Faz referência ao programa de renúncia fiscal na área da educação, denominado de “Prosuperior”, estimulando a expansão de várias universidades.

"O número de universitários quadruplicou e já chega a 15 mil". A Veja também se refere ao Programa de Desenvolvimento Econômico (PRODEM). "Isso fez com que em seis anos, Mossoró atraisse 31 indústrias e criasse 15 500 novos empregos", impulsionando o progresso e gerando renda. Finalizando a matéria o jornalista Marcelo Sperandio cita que Mossoró "É mais uma prova de que investir em educação produz riqueza".

Para a prefeita Fafá Rosado, a reportagem de Veja é um motivo de orgulho para a Cidade. E de satisfação para o seu governo. “Isso mostra que estamos no caminho certo: investindo em educação, infraestrutura, industrialização, saneamento básico; enfim, em todos os setores vitais para o crescimento de Mossoró”, diz.Em reportagem divulgada no ano passado, a mesma revista já havia relacionado Mossoró entre as 20 futuras metrópoles do futuro no Brasil. “De fato, Mossoró cresce em todos os segmentos, se transforma numa das maiores cidades do Brasil e, sem dúvidas, se credencia à condição de metrópole", finaliza Fafá Rosado.

Pagamento do Décimo vai injetar R$ 1,3 bilhão no RN

O pagamento do 13º salário no Rio Grande do Norte vai adicionar R$ 1,3 bilhão à economia do estado, de acordo com cálculo do  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconomicos (Dieese), divulgado ontem. A soma, que será paga até 20 de dezembro no estado, tem diferentes significados para o governo e o comércio. Enquanto o primeiro se preocupa em como honrar a folha de pagamento, o comércio comemora as perspectivas de incremento nas vendas de fim de ano, projetando crescimento entre 7,5% e 8%, em relação a 2010. O valor a ser pago este ano indica um crescimento de 17,2% em relação ao ano passado, quando  o benefício somou R$ 1,1 bilhão. A projeção do Dieese constitui o volume total que entra na economia ao longo do ano e não apenas nos dois últimos meses. Contudo, a maior fatia  (70% de R$ 1,3 bilhão) deverá ser paga até o final do ano. O valor total injetado com o benefício equivale a 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.

O número de pessoas que receberá o 13º salário em 2011 é 4,13% superior ao observado em 2010, no Rio Grande do Norte. Estima-se que mais de 43 mil pessoas passarão a receber o benefício, por terem requerido aposentadoria ou pensão, se incorporado ao mercado de trabalho ou ainda formalizado o vínculo empregatício. Ao todo,  1.098.134 pessoas receberão o benefício. O número corresponde a 1,4% do total que terá acesso ao beneficio no Brasil. Em relação à região Nordeste, esse percentual é de 6,7%.

Relator quer emendas do OGU para os municípios do RN

No Orçamento Geral da União (OGU) para o próximo ano, os municípios do Rio Grande do Norte deverão receber R$ 66,1 milhões em emendas que poderão ser definidas com a participação popular. O relator do OGU no Congresso Nacional, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), propõe que municípios com até 50 mil habitantes possam apresentar emendas de iniciativa popular diretamente ao orçamento, sem necessidade de intermediação de parlamentares.

Benes Leocádio vai reunir prefeitos, deputados e senadoresBenes Leocádio vai reunir prefeitos, deputados e senadores
 
Caso a proposta seja aprovada, o Rio Grande do Norte terá 159 municípios beneficiados com as chamadas "emendas populares". Os valores que seriam recebidos por cada município incluído nesse patamar podem variar de R$ 300 mil a R$ 600 mil.

No relatório de Arlindo Chinaglia, que ainda será submetido à Comissão do Orçamento, os recursos das emendas populares são divididos de acordo com o número de habitantes dos municípios. As cidades com até 5 mil moradores têm direito a emendas que somadas poderão chegar a R$ 300 mil. As cidades com até 10 mil habitantes, R$ 400 mil; as com até 20 mil, R$ 500 mil; e as cidades de até 50 mil habitantes terão R$ 600 mil. No total, 4.953 municípios brasileiros serão beneficiados, caso a proposta seja aprovada, contabilizando R$ 2,2 bilhões em emendas.

A proposta do relator do OGU conta com o apoio da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte. Na próxima quinta-feira a entidade promoverá uma reunião para explicar o projeto de Arlindo Chinaglia. O evento ocorrerá às 9h30 no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas, no bairro de Tirol, na capital potiguar, com participação de parlamentares da bancada federal do RN e de prefeitos.

O presidente da Femurn, Benes Leocádio, elogia a proposta do relator do OGU para beneficiar os pequenos municípios. "Acho positivo na medida em que garante a possibilidade dos municípios terem determinado valor de recursos em necessidade de priorização parlamentar", destacou.

Ele observou ainda que, caso o projeto não seja aprovado, os parlamentares federais poderiam viabilizar a proposta de repassar valor referente a 1% do FPM total do ano dos municípios no mês de dezembro. "Esse valor pago de uma só vez ao final do ano ficaria a critério de livre aplicação dos prefeitos, de acordo com a necessidade de cada município. Acho até que essa ideia seria melhor do que a proposta da emenda de iniciativa popular", disse Benes Leocádio.

Se o projeto do relator do Orçamento Geral da União for aprovado apenas oito municípios potiguares estariam de fora dos benefícios da emenda popular. Estariam excluídos Natal, Mossoró, Parnamirim, Macaíba, Ceará-Mirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz, Caicó. Esses município são os que têm, no Rio Grande do Norte, mais de 50 mil habitantes.

Fonte: Tribuna do Norte

Brasil é o 84º do ranking de desenvolvimento humano da ONU

O Brasil é o 84° colocado no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 2011, divulgado nesta quarta-feira (2) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). A lista tem 187 países e o índice varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1 o resultado, melhor o desempenho. O IDH 2011 do Brasil é 0,718, colocando o país no grupo de nações com desenvolvimento humano elevado. O índice brasileiro está acima da média global (0,682). Na comparação com 2010, o Brasil subiu uma posição. A Noruega manteve a liderança no ranking, com IDH de 0,943. Em seguida estão a Austrália (0,929) e os Países Baixos (0,910) no grupo de países com desenvolvimento muito elevado. Nas últimas posições, com os piores índices, estão o Burundi (0,316), Níger (0,295) e a República Democrática do Congo (0,286), todos na África Subsaariana.

O IDH considera três dimensões fundamentais para o desenvolvimento humano: o conhecimento, medido por indicadores de educação; a saúde, medida pela longevidade; e o padrão de vida digno, medido pela renda.

Em 2011, para o Brasil, foram registrados 73,5 anos de expectativa de vida, 13,8 anos esperados de escolaridade (para crianças no início da vida escolar) e 7,2 anos de escolaridade média (considerando adultos com mais de 25 anos). A Renda Nacional Bruta (RNB) per capita dos brasileiros em 2011 considerada no cálculo do Pnud foi US$ 10.162.

Desde a criação do IDH, em 1980, o Brasil registra evolução no índice. Em três décadas, a expectativa de vida do brasileiro aumentou em 11 anos, a média de escolaridade subiu 4,6 anos, mas a expectativa de anos de escolaridade caiu 0,4 ano. No período, a RNB per capita subiu cerca de 40%.

"As dimensões sociais, de educação e saúde foram as que mais causaram impacto no IDH do Brasil e fizeram com que o país ganhasse posições", avaliou o economista do Relatório de Desenvolvimento Humano brasileiro, Rogério Borges de Oliveira. Entre 2006 e 2011, o Brasil subiu três posições no ranking do IDH, segundo o Pnud.

Apesar dos avanços, o IDH 2011 do Brasil está abaixo da média da América Latina (0,731). O desempenho brasileiro está atrás do Chile (0,805), da Argentina (0,797), do Uruguai (0,783), de Cuba (0,776), do México (0,770), do Panamá (0,768), do Peru (0,725) e do Equador (0,720).

Em relação aos outros países que compõem o Brics (grupo formado pelo Brasil, a Rússia, China, Índia e a África do Sul), o IDH brasileiro é o segundo melhor, atrás da Rússia. "É interessante colocar esses países em um mesmo grupo de comparação pelo tamanho continental, pelas populações enormes, pela importância política, por serem economias emergentes e por terem políticas similares em alguns pontos", explicou Oliveira.

Além do índice principal, o Pnud também divulgou o IDH ajustado à desigualdade (Idhad), que capta perdas no desenvolvimento humano por causa das disparidades socioeconômicas; o Índice de Pobreza Multidimensional (IPM); e o Índice de Desigualdade de Gênero (IDG), que mede a perda de oportunidades das mulheres por causa da discriminação.
 
 Fonte: Agência Brasil

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